Uma dúvida muito comum dos profissionais e empresários está na conceituação dos custos de uma empresa, o que configuraria como custeio (custos e despesas) e o que configuraria como investimento.
Conceituando de forma primária tem-se vislumbrado que as despesas decorrentes de custeio derivam da prestação de serviços e manutenção de ações administrativas necessárias ao processo produtivo, e que os investimentos representam os gastos com aquisições de bens, como máquinas, equipamentos e também construções de obras primárias.
- Custos: Tudo o que está atrelado à atividade fim da empresa. Se o negócio trabalha com revenda de produtos, o valor pago ao fornecedor e o frete são custos. O mesmo vale para os fabricantes, que têm como custos, basicamente, a mão de obra e a matéria prima.
- Investimentos: Gastos que trarão retorno e que irão agregar valor ao negócio, como, por exemplo, aquisição de maquinário, obras de expansão, treinamento para funcionários, etc.
- Despesas: São gastos que não estão, necessariamente, ligados aos produtos, mas que são importantes para o funcionamento da empresa, como: aluguel, telefone, internet, materiais de escritório, etc.
Os custos com educação, como treinamento de funcionários, cursos, palestras, compra de livros, também geram valor e são vistos como investimento. Aqui, a ideia seria que o conhecimento adquirido faça os colaboradores mais preparados para produzir mais e com maior qualidade e em um menor espaço de tempo.
O custeio está dividido em custos e despesas:
Os custos, também são tipos de gastos, mas com a finalidade direta na produção de bens e serviços, logo, todos os valores utilizados necessariamente nesse fim como por exemplo: compra de matéria-prima e os salários dos funcionários da produção são exemplos que caem nessa conceituação.
Na formação do custeio também há um terceiro tipo de gasto, que são as despesas. Elas não trazem nenhum retorno financeiro direto, mas são indispensáveis para que se obtenha a receita. Alguns dos principais exemplos de despesas que uma empresa tem são: água, energia elétrica, internet, aluguel, telefone, etc.
Em uma visão de crescimento empresarial as empresas assessoradas são levadas a focar seus esforços na diminuição do custeio e aumento dos investimentos, tendo este último a expectativa de trazer retornos em um curto, médio ou longo prazo. Na maioria dos casos, os investimentos chegam a compensar o valor gasto para realizá-lo.



